Antes um presente, agora presença
Ela vive agarrada em mim
Se não fosse tão liberta, diria-lhe para fugir
Vai sozinha, anda, caminha!
Minhas costas não são seu lugar ideal
Ela pesa, machuca, exige força
Mas não consigo dela largar
Ela guarda meus cheiros, meus valores, minhas vestes e tolices
Nosso caso já virou mais que amoroso
É libertinoso
Por mais que ela me maltrate e eu a trate mal
Adoramos aventuras
Sem questionar propostas, ela aceita todas
No ar, na terra, nosso lema é desbravar, arriscar
Lá vamos nós, eu e minha mochila
3 comentários:
isso dava uma bonita musiquinha,rs!
"lá vou eu!
Com quem?
Você nem desconfia...
Lá vamos nós
Eu e minha mochila..."
posso?...
sobre o comentário:
concordo com vc, elane.
há sabedoria na calma sim!
mas não só lá...quando a calma deixa de ser uma opção para ser uma atitude irrefletida, não há sabedoria aí.
concordo totalmente com vc, a sabedoria tem os os seus tempos e dinâmicas que variam de pessoa pra pessoa.
valeu pelo comentário!
;)
Postar um comentário