Todas as vezes que me fazem um convite e eu hesito entre ir ou não ir, fico cá com meus botões pensando que, se eu não for, quando receberei esse convite novamente?
Esses convites aparecem justamente para questionar o porquê de dizer não. E ao mesmo tempo, pensar no que pode ser feito hoje e não mais em outro momento. Nessas dúvidas assim, vem todo o sangue de ponderação do meu pai misturado com a impulsividade da minha mãe.
Por que ir? Por que não ir? Duelo!
Um comentário:
há uma canção que disserta sobre tl imbróglio...
'não sei se vou ou se fico, não sei se vou ou se fico'
;)
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