O grande problema é que sou apaixonada pelos modos de sermos urbanos. Aqui e nas cucuias. Como diria J. Robinson, o modo como somos "ordinários" carregam peculiaridades que não estão dentro de parâmetros globais, simplesmente.
É assim que vemos cidades grandes com modos tão provincianos de agir e, por outro lado, cidades pequenas com suas ilusões da grande cidade.
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Meu interesse acadêmico quer ir no quebradiço e obtuso das grandes para, quem sabe, revelar-lhes mais um "ordinário".
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