A cada cidade em que habito, sinto entranhar-me como raízes que se bifurcam ou veias que se dilatam. As raízes se fortificam ao passo que doo sentimento, mais que profissionalismo, até porque este morre sem coração. As veias que aqui pulsam começam a ganhar vigor e irrigar os lugares. Tenho amigos comigo. E são eles que me fazem crescer nessa cidade afetiva.
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