Enquanto twitters e facebookers andam com a multidão ao seu lado, os orkuters já habitam uma terra primitiva, quase fossilizada. Tristonhos, os orkuters perderam a agilidade de responder aos scraps, de postar vídeos, de contar seus fãs e amigos. Agora são os followers que são contabilizados, num instinto quase que religioso - seja na frequência com que se faz a reza, seja na adoração aos discípulos.
Já que a onda é seguir, seguir e seguir, sigo minha intuição ao profetizar que o caixão ao qual se destina o Orkut será a todos destinado. E não vai ter mural que avise em tempo real.
Um comentário:
certamente! passando bem ou passando mal, tudo no mundo é passar
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